Reforma, trabalho voluntário e economia marcam gestão na Funarte

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Foto divulgação

João Carlos Corrêa, coordenador de Difusão Cultural da entidade, avalia ter economizado algo em torno de R$ 12 mil.

         Ao longo de um ano, a atual gestão da Fundação Nacional de Artes (Funarte), em Brasília, tem muito a comemorar. Foram três espaços revitalizados a custo zero, por meio de trabalho voluntário, parcerias e ações sustentáveis. Com a reforma de dois camarins e a criação do “Espaço de Acolhimento de Artistas”. Link para acessar o relatório de gestão http://online.pubhtml5.com/qhxg/omxc/#p=20

         “E o fomento à cultura aconteceu não só na parte interna da Funarte, mas também na área externa, com a democratização do gramado da entidade na recepção de eventos diversos, muitos deles de acesso livre ao público.  Exemplos disso são o Mimobar e o Buraco do Jazz, que acontecem todas as quintas-feiras e vêm registrando recordes de público”, explica João. Entre outros pontos de destaque estão: a parceria com o Google Street View, que permitiu uma visita virtual pelos espaços do Complexo Cultural Funarte, em Brasília, com uma câmera que faz imagens em 360º; e a sinalização de reforma das salas Klaus Viana e Cássia Éller. João retorna ao Senado, foi convidado a trabalhar com o senador Cristovam Buarque do (PPS).

  Sobre João Carlos Corrêa

          Artista da dança e do teatro, funcionário publico de carreira do Senado Federal, João Carlos Corrêa nasceu em Belém do Pará. Antes do Senado, trabalhou na Infraero e no Banco do Brasil. Mora em Brasília desde 1982.  Foi conselheiro de cultura do Governo de Brasília por dois mandatos consecutivos. Participou da criação do Fórum Permanente de Defesa da Pessoa com Deficiência no Distrito Federal, quando ocupou o posto de secretário-geral da entidade. É ex-atleta e fundou a Federação de Taekwondo do DF.

            Ainda no âmbito cultural, foi um dos fundadores do Fórum de Dança do DF; do Fórum Nacional de Dança; e da Associação Nacional de Dança de Salão. Coordenou por duas edições o Programa de Esporte e Lazer das Cidades (PELC), pelo Ministério do Esporte, em seis regiões administrativas do Distrito Federal. Também coordenou o Circuito Cultural de Dança Afro Brasileira, em 14 regiões administrativas. Iniciativa essa da Fundação Palmares.

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