Partido monta nominata forte e projeta eleger de dois a três deputados distritais sob o comando de Cristian Viana
O Podemos do Distrito Federal virou a chave. Depois de não eleger nenhum distrital nas últimas eleições — resultado de uma nominata que naufragou por falta de tempo de construção —, o partido reorganizou sua operação e agora apresenta uma chapa que promete mudar a posição da sigla no tabuleiro legislativo da capital.

Alinhado ao projeto “Celina Governadora”, o Podemos conta hoje com nomes como Robério Negreiros, Professora Suzele, Subtenente Geraldo Alves, Tenente-Coronel Michelo, Renato Rocha, Alex Galvão, Manuela Andrade e Ana Paula Marra. São perfis com inserção real no eleitorado, vindos de áreas como segurança pública, educação e gestão pública. E o elenco pode crescer: e ainda mantém conversas avançadas com Telma Rufino para entrar na chapa.
A meta traçada pelo Podemos-DF é objetiva: dois distritais eleitos na primeira rodada de distribuição de cadeiras e um terceiro conquistado nas sobras. “O diferencial está no modelo de operação”. Viana, conhecido nos bastidores por cumprir o que combina, entrega aos candidatos o enxoval completo de campanha marketing político, assessoria jurídica e contábil. O candidato entra na disputa sem precisar montar estrutura do zero. Foca na rua, no eleitor, na campanha. Esse formato tem funcionado como vitrine: o partido tem recebido sondagens frequentes de nomes competitivos que estão em outras legendas.
“O Podemos-DF de 2026 está diferente de 2022. A nominata está montada com antecedência, os cálculos estão feitos e o partido trabalha com a convicção de que vai sair das urnas com representação na Câmara Legislativa. Quem ainda trata a sigla como figurante pode se surpreender”, destaca presidente do Podemos-DF, Cristian Viana.




