Em 2023, quase 70% do território do DF foi protegido das queimadas

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Ao CB.Poder, o secretário de Meio Ambiente e Proteção Animal, Gutemberg Gomes, destacou que a pasta toma medidas para evitar problemas com altas temperaturas por conta dos incêndios

Por Luis Fellype Rodrigues

“No ano passado conseguimos proteger as queimadas em nosso território em quase 70%”, descreveu Gutemberg Gomes. – (crédito: Kayo Magalhães/CB/D.A Press)

 

Ações para lidar com incêndios descontrolados em épocas de seca no Distrito Federal, como a poda de matos secos e queimadas controladas, foram pontos destacados pelo secretário do Meio Ambiente e Proteção Animal do DF, Gutemberg Gomes, no programa CB.Poder — parceria entre Correio e a TV Brasília — desta quarta-feira (15/5).

O secretário revelou que a Secretaria de Estado do Meio Ambiente e Proteção Animal (Sema) coordena o programa de prevenção aos incêndios florestais no DF e conta com o apoio de outras 22 instituições. “Temos um plano elaborado com várias ações como queimadas controladas, que fazemos com o apoio do corpo de bombeiros e Ibama. A parceria flui, para vocês terem ideia, no ano passado conseguimos proteger as queimadas em nosso território em quase 70%”, pontuou.

Aos jornalistas Carlos Alexandre de Souza e Ronayre Nunes, o chefe da pasta também destacou o que tem sido feito para amenizar os impactos das altas temperaturas na capital. “Estamos reforçando todas as nossas iniciativas ambientais como o reflorestamento. Aqui no DF, temos um decreto que institui o primeiro domingo de dezembro como o dia do plantio de mudas nativas do cerrado e envolve a sociedade. No ano passado, conseguimos uma boa abrangência dessa iniciativa e conseguimos plantios por todos os cantos da capital”, enfatizou.

Pensando na diminuição desses efeitos climáticos, Gutemberg contou que existem planos de preservação das nascentes, mas quando se tem eventos que esquentam muito, é necessário que ações de prevenção sejam trabalhadas antecipadamente. “Por isso, fazemos o adiantamento das campanhas de prevenção a incêndios florestais e a contratação de brigadistas”, finaliza.