Rui Costa Pimenta criticou a decisão de Alexandre de Moraes sobre os passaportes do senador, que deixou o Brasil com destino aos Estados Unidos após derrota eleitoral.

O presidente do Partido da Causa Operária (PCO), Rui Costa Pimenta, criticou nesta terça-feira (27.out.2026) a atuação do Supremo Tribunal Federal (STF) no caso envolvendo o senador Flávio Bolsonaro (PL). O dirigente afirmou que o parlamentar é alvo de perseguição e classificou a atuação da Corte como uma forma de ditadura.
As declarações foram feitas após a repercussão da saída de Flávio do Brasil com destino aos Estados Unidos. Segundo informações divulgadas pela imprensa, o senador viajou para o exterior depois da derrota eleitoral e não teria cumprido uma determinação do ministro Alexandre de Moraes para entregar seus passaportes.
Rui Costa Pimenta critica decisão de Moraes
Ao comentar o caso, o presidente do PCO questionou a decisão judicial envolvendo os documentos de viagem do senador e criticou o que considera uma atuação autoritária do Judiciário brasileiro.
Para Rui Costa Pimenta, a situação de Flávio Bolsonaro representa um exemplo de perseguição política. O dirigente também fez críticas ao STF, sustentando que as decisões da Corte ultrapassam os limites de sua atuação institucional.
As declarações integram o debate político em torno das decisões de Alexandre de Moraes e da relação entre o Supremo Tribunal Federal e integrantes da oposição.
Viagem de Flávio Bolsonaro amplia repercussão do caso
A saída do senador do território brasileiro ganhou destaque após a divulgação de informações sobre sua viagem aos Estados Unidos. O episódio ocorreu em meio aos desdobramentos da derrota eleitoral e à determinação judicial para a entrega dos passaportes.
A controvérsia também provocou manifestações de integrantes de diferentes correntes políticas, ampliando a discussão sobre a atuação do Judiciário e os limites das decisões judiciais envolvendo figuras públicas.
As afirmações de Rui Costa Pimenta representam sua avaliação política sobre o caso. A classificação do STF como uma ditadura é uma opinião do dirigente, e não um fato estabelecido.
O episódio mantém em evidência o embate entre setores da oposição e o Supremo Tribunal Federal, especialmente em questões relacionadas a decisões judiciais envolvendo políticos de projeção nacional.




